
Ó amiga…não feches as portas e janelas para o mundo, não afogues o teu olhar…
Já te conheci como ninguém, mas hoje o teu “estar” desliza como o vento...e eu… nem o oiço...nem o sinto…
Agarra minha mão...está escuro…eu sei! Não tenhas medo da escuridão, talvez apenas tenhas de abrir os olhos e dançar ao som desse silêncio que parece insistir em castigar-te!
As verdades têm consequências, mas sei que te vais manter firme.
Constrói sonhos no futuro incerto, mesmo que só tu os compreendas!
Não fujas…enfrenta…apenas mais uma passagem sem cor…
Cospe o que te magoa e procura o sabor do que te faz sorrir!
Agarra a minha mão e voa Andorinha…
Já te conheci como ninguém, mas hoje o teu “estar” desliza como o vento...e eu… nem o oiço...nem o sinto…
Agarra minha mão...está escuro…eu sei! Não tenhas medo da escuridão, talvez apenas tenhas de abrir os olhos e dançar ao som desse silêncio que parece insistir em castigar-te!
As verdades têm consequências, mas sei que te vais manter firme.
Constrói sonhos no futuro incerto, mesmo que só tu os compreendas!
Não fujas…enfrenta…apenas mais uma passagem sem cor…
Cospe o que te magoa e procura o sabor do que te faz sorrir!
Agarra a minha mão e voa Andorinha…